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GA_P aconselha a empresa Metrika na aquisição da Alimac Iberia
A Gómez-Acebo & Pombo aconselhou a Metrika, um fundo de private equity italiano especializado em empresas industriais, sobre a aquisição da filial espanhola do grupo Alimac, líder mundial no fabrico e distribuição de cabos adesivos e equipamento de embalagem. A transacção faz parte da aquisição em Itália do grupo Alimac e o nosso aconselhamento exigiu a negociação e formalização simultânea da saída do capital do parceiro local que detém 50% da Alimac Iberia.
Aconselharam nesta transacção: David Riopérez, sócio, Samara Schaar e Luis Pinedo, associados da área Comercial; Bárbara Sainz de Vicuña e Claudia Pérez, associadas de Propriedade Intelectual, e Begoña Vilar e Clara Juanola, associadas de Laboral do escritório de Barcelona.
Leia o artigo completo.
Aconselharam nesta transacção: David Riopérez, sócio, Samara Schaar e Luis Pinedo, associados da área Comercial; Bárbara Sainz de Vicuña e Claudia Pérez, associadas de Propriedade Intelectual, e Begoña Vilar e Clara Juanola, associadas de Laboral do escritório de Barcelona.
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Advogado mencionado
David Riopérez – Sócio
Bárbara Saínz de Vicuña – Counsel
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Contacto para a imprensa
Sandra Cuesta
Diretora de Desenvolvimento de Negócio, Marketing e Comunicação
Sandra Cuesta
Diretora de Desenvolvimento de Negócio, Marketing e Comunicação
Mais informações sobre
Gómez-Acebo & Pombo
PUBLICAÇÃO
10 Jul, 2018
Current Legislation No. 24
GA_P’s Current Legislation digests seek to provide an overview of the main legal issues of interest to our readers, clients and lawyers in a format that combines three elements: topicality, clarity and quality. Topicality in the information and in the selection of matters discussed; clarity in laying the foregoing in a concise and intelligible manner rather than...
PUBLICAÇÃO
05 Jul, 2018
Payment periods disallowed under the Late Commercial Payments Act: inappropriate voidness
We are accustomed to hearing the assertion that a bilaterally agreed clause contravening the statutory rule setting a time limit for commercial payments is void ab initio. But is this case when it is the supplier who has the bargaining power? And, in general, does such an assertion make sense?